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Afinal, como anda o Jeep Renegade 2027?

  • há 3 horas
  • 2 min de leitura

Por Henrique Koifman



No final de março, estive no interior de São Paulo para conhecer o novo Jeep Renegade, ou seja, ver as novidades que o modelos traz para sua linha 2027 – e que não são poucas. Já postei, inclusive, uma matéria bem completa sobre isso aqui no blog, que você pode ler neste link: https://www.rebimboca.com.br/single-post/para-brigar-pela-liderança-jeep-renegade-2027-oferece-mais-por-menos. Agora, duas das versões do Renegade renovado voltam a esta página hoje, mas em movimento, em test-drives gravados naquela ocasião e que agora coloquei no ar na TV Rebimboca (abaixo).


A primeira dessas versões é a Willys – nome em homenagem à antiga marca que criou e produziu o Jeep original, a partir da Segunda Guerra Mundial, nos anos 1940. Produziu, inclusive, aqui no Brasil, do finalzinho dos anos 1950 até o começo dos 1980 (então já com emblema da Ford nacional).



Com tração 4x4 e uma série de recursos, eletrônicos e mecânicos, para o fora de estrada, esse Willys é a versão do Renegade que mais se aproxima do que nossos pais e avós costumavam chamar de jipe – substantivo que significa carro “duro na queda” e que, tal como a gilete, é uma daquelas provas de valor de marca com as quais sonham todos os diretores de marketing.



Tive a oportunidade de guiar o Renegade Willys em um pequeno circuito off-road (nas fotos anteriores), durante o qual um instrutor da fábrica me explicou uma série de suas funcionalidades e recursos. Mostro isso no vídeo.



A segunda versão que testei foi a intermediária Longitude (acima), que tem tração apenas na dianteira e vem equipada com o sistema MHEV, híbrido leve, que é a maior novidade para a linha Renegade 2027. Explico tudo sobre ele no post anterior (link lá na abertura), mas no vídeo comento minhas impressões sobre o comportamento do carro na prática – e que, dando um spoiler, mudam muito pouco em relação aos Renegade que não contam com esse pequeno apoio elétrico.



Aproveitei o vídeo para falar, também, sobre algumas das características que fizeram deste quase-ex-caçula* da família Jeep um fenômeno de vendas por aqui – desde seu lançamento no Brasil, em 2015, ele já foi emplacado mais de 580 mil vezes em nosso país.



No vídeo, dou também um contexto de sua posição e situação no seu segmento, o dos B-SUVs, no mercado. Estão todos convidados a assistir e comentar, ok?


(*) o “quase-ex-caçula” aí se deve ao novo Jeep Avenger, modelo um pouco menor e que será produzido em Resende, no Estado do Rio, com lançamento previsto ainda para este ano.


Fotos de divulgação, HK e capturas de tela do vídeo.



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